Instagram fit: Mulheres em movimento

São quatro mulheres que decidiram mudar o seu estilo de vida, apostando numa alimentação equilibrada e na prática de exercício físico. Partilham as suas rotinas nas redes sociais, fazendo crescer o fenómeno dos instagram’s “fit”.

Texto de Mariana Picoto e Filipa Palminha

Ines direito

Inês Direito – antes e depois

Inês Direito, 26 anos, investigadora de Biomedicina (instagram: @idireito)

“O início custa sempre um pouco, mas com força de vontade tudo se consegue”

O que a incentivou a mudar o seu estilo de vida?

Sempre fiz exercício físico, apesar de ter estado um pouco mais parada durante os dois primeiros anos da faculdade. Sempre me preocupei em ter uma alimentação saudável, mas o que realmente despoletou a grande mudança nos meus hábitos foi ter descoberto que sou intolerante à lactose. Sempre fui uma pessoa que bebia imenso leite e ter de deixar de beber foi um grande “corte” para mim. No entanto, aproveitei para fazer outras alterações alimentares, nomeadamente, na redução do consumo de alimentos processados e de açúcares refinados.

Como foi o início desta mudança?

O início custa sempre um pouco, mas com força de vontade tudo se consegue. Lembro-me de passar por um período de testes em que experimentei praticamente tudo o que era novo para mim, especialmente no campo das bebidas vegetais.

O que lhe custou mais em relação à alimentação?

Acho que não houve assim nada que me tivesse custado particularmente. Ao início, as bebidas vegetais podem ter um paladar um pouco estranho, quando comparado com o paladar do leite. Mas, atualmente, existem inúmeras opções para todos os gostos. É tudo uma questão de hábito. Acreditem ou não, hoje em dia, para mim, não é o sabor das bebidas vegetais que é estranho, mas sim o sabor do leite.

E em relação ao exercício?

O recomeçar a fazer exercício também custa um bocadinho. O corpo não está habituado e as primeiras semanas custam mais, pois sentimo-nos cansados rapidamente e andamos sempre doridos. Passando esse período de adaptação, tudo se torna mais fácil.

Foi acompanhada por algum nutricionista e/ou personal trainer?

No ginásio, fui acompanhada pelos instrutores que, periodicamente, faziam uma avaliação e ajustavam os planos de treino. Fui ainda acompanhada a nível nutricional e também a nível de exercício pela equipa da Scoop by Scoop.

Qual foi a maior dificuldade que enfrentou neste processo?

Acho que a maior dificuldade são os momentos em que a motivação está mais em baixo e não me apetece treinar. Normalmente, esforço-me para ultrapassar essas fases, mas todos temos os nossos dias “não”.

Porque decidiu partilhar o processo nas redes sociais?

Principalmente, para me motivar! A partilha com outras pessoas que seguem um estilo de vida semelhante ao meu motiva-me imenso e dá-me a força que preciso para continuar a lutar pelos meus objectivos.

Sente que, ao fazê-lo, poderá inspirar e ajudar outras pessoas?

Muito sinceramente, ao início, não encarei a partilha do processo nas redes sociais como uma forma de inspirar ou ajudar as outras pessoas. Sentia-me extremamente inspirada pelos exemplos, mas nunca pensei que eu própria poderia ser um exemplo para alguém. Atualmente, penso de maneira diferente. Tenho conhecido imensa gente e adoro responder e ajudar todos aqueles que me colocam questões. Há um espírito de partilha e interajuda fantástico!

Torna-se complicado conciliar a sua vida pessoal e profissional com este estilo de vida?

Nem por isso! Procuro sempre equilibrar tudo, pois só com equilíbrio é possível tornar uma mudança num hábito permanente.

 

catia velosoCátia Veloso – antes e depois

Cátia Abreu, 28 anos, enfermeira (instagram: @catiavelosoabreu)

“Tinha um objetivo e lutava por aquilo, pensava sempre: se os outros conseguem, eu também vou conseguir”

O que a incentivou a mudar o seu estilo de vida?

Passei 25 anos da minha vida a ter uma alimentação super desajustada, super desequilibrada e completamente má. Juntamente com isso, nunca fiz qualquer tipo de atividade física, só mesmo na altura da escola, nas aulas de educação física. Talvez o facto de não ter jeito absolutamente nenhum para desporto tenha feito com que nunca me interessasse verdadeiramente por praticar nenhum. Com a faculdade, o pouco exercício que fazia nas aulas de educação física terminou e vieram as jantaradas com os amigos, o morar sozinha e não cozinhar, os restaurantes de fast food a toda hora, as noitadas, etc… E foi nessa altura que ganhei mais peso. Até um dia ter reflectido um pouco mais. Devido à minha profissão, via pessoas todos os dias a morrer com patologias que poderiam ser “evitadas”. Somado a isso, um rapaz por quem era apaixonada na altura disse-me: “se fosses magra, eras uma rapariga bonita”. Este foi o “click” que precisei para mudar e, na semana seguinte, inscrevi-me no ginásio.

 Como foi o início desta mudança?

Como disse anteriormente, foi difícil, muito difícil. Somos animais de hábitos, quando temos a nossa vida programada de uma forma, tudo aquilo que fuja a essa rotina, tudo aquilo que traga mudança, nos deixa apreensivos. Queremos sempre ficar na zona de conforto, porque já sabemos com o que contar. A novidade traz mudança, a mudança traz ansiedade, medo de falhar, medo de mudar.

O que lhe custou mais em relação à alimentação?

Tudo! Acho que era o exemplo perfeito daquela pessoa que come tudo aquilo que é errado. Tinha uma alimentação super desequilibrada, rica em gorduras saturadas, hidratos de carbono refinados e açúcar. Depois, comecei a comer alface, fruta, legumes…

E em relação ao exercício?

Em relação ao exercício, apesar de ser difícil, pois nunca tinha praticado actividade física regular, o corpo foi-se adaptando e “pedindo” mais. E eu própria estava focada em tentar e querer. A nossa mente é muito poderosa, pode ser a nossa maior amiga… ou inimiga. Tinha um objetivo e lutava por aquilo, pensava sempre: se os outros conseguem, eu também vou conseguir. E tentava, tentava, tentava até conseguir fazer alguma coisa.

Foi acompanhada por algum nutricionista e/ou personal trainer?

Não, não fui acompanhada por ninguém, embora conhecesse pessoas de ambas as áreas com quem ia discutindo ideias e partilhando opiniões. Na parte da alimentação, tinha a minha formação de base da licenciatura, foi só pôr em prática. Da parte do exercício, ia conversando no ginásio, pedindo conselhos. Posteriormente, também fui a uma pós-graduação em Medicina do Desporto e Reabilitação Desportiva, onde aprendi muito a nível de treinos, tipos de treino, nutrição desportiva e exercício físico. Evolui bastante. Além disso, vou sempre estudando, comprando livros, pesquisando, no sentido de conhecer mais.

Qual foi a maior dificuldade que enfrentou neste processo?

Quanto às dificuldades, acho que a maior foi, como já referi, a mudança em si, o mudar de hábitos. Porque a partir do momento em que nos adaptamos, em que se torna um hábito novo e uma rotina nova, já não voltamos atrás.

Porque decidiu partilhar o processo nas redes sociais?

Nunca fui pessoa que utilizasse muito redes sociais, apenas para falar com amigos e pouco mais. Mas, na época, muitas pessoas me diziam que não ia conseguir, que isto não era para mim, que iria acabar por desistir. Além disso, quando partilhamos alguma coisa, passamos a ter um compromisso não só connosco, mas também para com o mundo social com quem partilhamos. Comecei então a partilhar o meu dia a dia, para mostrar que conseguia, que era possível e, ao mesmo tempo, ter a responsabilidade de não poder desiludir, porque as pessoas acompanhavam, estavam ali para “julgar”.

Sente que, ao fazê-lo, poderá inspirar e ajudar outras pessoas?

Hoje em dia, sim, sinto que o facto de as pessoas acompanharem a minha evolução ajuda a que também o façam. Gostamos sempre de olhar para alguém como um exemplo e penso que, ao partilhar com o mundo social, outras milhares de pessoas vão identificar-se e vão certamente pensar “se ela conseguiu eu também vou conseguir”. Gostamos de ter exemplos reais, de pessoas que têm vidas normais e que conseguem. Aquilo que tento mostrar às pessoas e aquele que sempre foi o meu principal objetivo foi exatamente esse: provar que podemos ter vidas complicadas e, mesmo assim, conseguir.

Torna-se complicado conciliar a sua vida pessoal e profissional com este estilo de vida?

Não é fácil, principalmente para quem, como eu, trabalha por turnos e, às vezes, faz dois turnos seguidos. Mas é tudo uma questão de organização. Os dias são planeados previamente, as refeições, os timings. Quando assim é, conseguimos conciliar tudo. Em vez de acordarmos às 9 horas para entrar às 10 horas, podemos tentar acordar às 8 horas e ir ao ginásio. Quando tudo é planeado e organizado, às vezes, até passamos a ter mais tempo. Não é uma hora de atividade física que vai “alterar” a nossa vida normal!

 

lara santos

Lara Santos – antes e depois

Lara Santos, 34 anos, gerente administrativa (instagram: @larasfit81)

“Onde há vontade, arranja-se forma de conseguir”

O que a incentivou a mudar o seu estilo de vida?

Durante muito tempo, senti-me insatisfeita comigo mesma. Era do tipo de pessoa que até fazia algum exercício, mas não cuidava muito da alimentação e ora passava fome ora comia tudo o que podia. Sempre tive um pouco de peso a mais, aqueles cinco quilos. Mas foi depois de ter tido a minha filha que tudo mudou para pior. Tive depressão pós-parto, o que me fez entrar numa espiral de comer emocionalmente levando à obesidade e, consequentemente, a problemas de articulações que me levaram a ser hospitalizada. O momento crucial foi querer pegar na minha filha, ela a pedir colo e eu, com dores, não conseguia fazê-lo. Foi-me dito que tinha de tomar cortisona e aí decidi – chega! – e comecei o meu percurso.

Como foi o início desta mudança?

De início, investiguei muito sobre nutrição, até mesmo para mitigar o problema de saúde que tinha de forma mais natural, sem ter de recorrer aos químicos recomendados. E, um dia de cada vez, fui introduzindo mudanças e aumentando a actividade física. Dei a mim mesma um mês para me adaptar e, desde então, a consistência foi chave.

O que lhe custou mais em relação à alimentação?

A nível de alimentação não me custou nada. Descobri a chamada dieta flexível (IIFYM if it fits your macros) que me permitiu gozar de pequenas guloseimas, sem me sentir privada. O saber que posso comer o que quero, acaba por minimizar a vontade de comer algo menos saudável – o fruto proibido. Faço 90% o mais natural, saudável, não processado, e guardo o resto para incluir um chocolate, aquela comida mais gulosa. E, de início, de duas em duas semanas, tinha uma refeição livre que, hoje em dia, faço apenas quando realmente tenho vontade. O corpo rapidamente se habitua a uma nutrição que nos dá mais energia e nos faz sentir melhor a todos os níveis.

E em relação ao exercício?

Sempre gostei de ser activa, tendo experimentado várias modalidades enquanto adolescente. Mas foi já em adulta que descobri o bodybuilding e o HIIT, e isso, sim, para mim fez toda a diferença em moldar o meu corpo. É muito importante que encontremos uma modalidade que nos faça feliz, seja ela qual for, é isso que nos vai fazer continuar a praticá-la.

 Foi acompanhada por algum nutricionista e/ou personal trainer?

Não. Fui investigando, aprendendo, li muito e fui testando em mim o que resultava. Somos todos diferentes e é importante que saibamos o que funciona em nós. Tive apoio, sim, do meu marido, que já treinava desde miúdo e, claro, foi-me auxiliando e incentivando.

Qual foi a maior dificuldade que enfrentou neste processo?

A maior dificuldade, diria que foi ter conseguido manter a consistência. A vida acontece e manter o foco com filhos e trabalho a tempo inteiro nem sempre é fácil.

Porque decidiu partilhar o processo nas redes sociais?

Sinceramente, quando comecei era para me manter a mim motivada, ver o meu progresso e partilhar ideias. Mas quando comecei a ver a interacção desta comunidade e a resposta de pessoas que se sentiam inspiradas pela minha jornada, senti que podia passar uma mensagem de esperança a outros para que tomem a sua decisão de mudar de vida.

Sente que, ao fazê-lo, poderá inspirar e ajudar outras pessoas?

Sem dúvida. Já recebi inúmeras mensagens nesse sentido. Sei que sim!

Torna-se complicado conciliar a sua vida pessoal e profissional com este estilo de vida?

Onde há vontade, arranja-se forma de conseguir. Se todos os dias consigo? Não. Há semanas que só consigo treinar dois dias, em vez dos cinco/seis como habitualmente. Mas faço o que posso e controlo a alimentação, matenho-me hidratada, bebo quatro litros de água por dia. Temos que ter espaço na vida para tudo. Sou mãe, mulher, filha, profissional, todas temos as nossas responsabilidades, mas nem que seja meia hora, consegue-se sempre encaixar. No meu caso, algo que me ajudou muito a manter a consistência e este estilo de vida foi treinar em casa. Primeiro, porque poupo dinheiro mas, essencialmente, porque ganho tempo que aproveito para passar com a minha família e apreciar a vida.

 

ana machado

Ana Machado – antes e depois

Ana Margarida Machado, 23 anos, educadora de infância (instagram: @bodyandsoul_anamachado)

“Dá trabalho, sim, mas vale muito a pena!”

O que é que a incentivou a mudar o seu estilo de vida?

A mudança do meu estilo de vida iniciou-se nos últimos dias de Maio de 2015, há menos de um ano atrás, quando estava com 85kg. Trabalho numa creche e, pela primeira vez, ia fazer praia com as crianças. De imediato, pus de parte a ideia de ir de bikini. Decidi então ir comprar um fato de banho… Experimentei várias cores do mesmo modelo e optei pelo preto pois todos os outros realçavam ainda mais a minha gordura. Posso dizer que jamais esquecerei aquilo que senti, ao olhar-me ao espelho no provador, dentro de um fato de banho tamanho 44. Apesar de já ter sentido antes vontade de mudar, não tenho a menor dúvida de que este episódio foi determinante para que o tal “clique” acontecesse. Naquele dia, decidi que, dali em diante, ia mesmo perder peso e tornar-me mais saudável. Desde então, apaixonei-me por este estilo de vida, até hoje.

Como foi o início desta mudança?

Há muito tempo que me sentia descontente com o meu aspeto físico, mas faltava-me a coragem para tomar as rédeas da situação e mudar. Por isso, sim, posso dizer que, apesar de ter tido um “clique” algo repentino para iniciar um novo estilo de vida, foi uma mudança que demorou a ser posta em prática, pois essa vontade já estava interiorizada em mim, há bastante tempo.

O que lhe custou mais em relação à alimentação?

O início foi um pouco repentino, mas tentei não entrar em radicalismos. Durante duas semanas, tentei fazer refeições mais saudáveis, comer mais legumes, menos açúcares e gorduras, e comecei a fazer pequenas caminhadas diárias. Após ponderar bem, optei por marcar uma consulta de nutrição, pois tinha muito peso para perder e considerei mais seguro ser acompanhada por um profissional. O que me custou mais em relação à alimentação foi mesmo evitar os doces e bolos. Sempre fui muito gulosa, desde pequenina, e todo o tipo de doces eram uma perdição para mim… principalmente se tivessem chocolate! Não foi de todo fácil, mas aprendi a gerir isso e, atualmente, não me privo de um doce quando realmente me apetece!

E em relação ao exercício?

Em relação ao exercício, o que me custou mais foi realmente começar a praticá-lo. Era uma pessoa totalmente sedentária, que não praticava qualquer tipo de atividade física há anos. Inicialmente, comecei com pequenas caminhadas que custaram horrores. Custava-me a respirar. Dava meia dúzia de passos e tinha de fazer uma pausa. Doíam-me os joelhos, as costas… Doía-me todo o corpo, por fora e, sobretudo, por dentro, por me ter deixado chegar àquele ponto com 22 anos de idade. Doía, mas eu insistia um bocadinho mais todos os dias. Mais tarde, entrei para o ginásio e fui gostando cada vez mais de frequentá-lo, mas quando comecei a dedicar-me à musculação, aí sim, apaixonei-me mesmo.

Foi acompanhada por algum nutricionista e/ou personal trainer?

Sim, fui e continuo a ser acompanhada por um nutricionista no hospital e por um instrutor no ginásio. Sei que nem sempre é fácil, mas quando existe essa possibilidade, penso que ter o apoio de profissionais faz toda a diferença. É claro que a vontade de mudar tem de ser nossa, mas esse acompanhamento é uma forma de nos sentirmos mais orientados e motivados.

Qual foi a maior dificuldade que enfrentou neste processo?

Enfrentei várias e grandes dificuldades, tanto a nível físico como psicológico, mas as físicas foram mais “fáceis” de ultrapassar. A nível psicológico, durante a perda de peso, tive de aprender a lidar com o meu medo de falhar, de não ser capaz de continuar… enfim, tive de aprender a acreditar mais em mim. Posteriormente, após a perda de peso, tive de lutar contra o medo de engordar de novo. Posso afirmar que a minha maior dificuldade foi encontrar o equilíbrio entre dois extremos opostos. Hoje em dia, sinto-me mais feliz e equilibrada do que nunca. Aprendi que entre o preto e o branco existe o cinzento e que não devemos ser, como se costuma dizer, “nem tanto ao mar, nem tanto à terra”. Hoje, sou capaz de, por exemplo, desfrutar de uma refeição mais calórica e fora da rotina sem sentimentos de culpa, o que antigamente era muito difícil para mim.

Porque decidiu partilhar o processo nas redes sociais?

A ideia do meu perfil de Instagram surgiu cerca de dois meses depois de ter decidido mudar o meu estilo de vida. Visitava alguns perfis que me motivavam muito a continuar o meu percurso e houve um dia em que pensei: “Por que não criar o meu próprio perfil?” Uma vez que estava a ter sucesso na perda de peso, achei que seria uma boa forma de motivar algumas pessoas que se encontrassem na mesma situação e também de me manter focada. Mas, para ser sincera, nunca imaginei ter a adesão que tenho tido.

Sente que, ao fazê-lo, poderá inspirar e ajudar outras pessoas?

Sem dúvida. Cada vez existem mais pessoas que entram em contacto comigo, dizendo-me que as inspiro a adotar um estilo de vida mais saudável. Inclusivamente, já recebi mensagens de pessoas que me disseram que, por minha causa e depois de verem o meu perfil, decidiram inscrever-se no ginásio ou começar a fazer mudanças na alimentação. Não tenho palavras para descrever o quão gratificante isso é !

Torna-se complicado conciliar a sua vida pessoal e profissional com este estilo de vida?

Inicialmente, não foi fácil conciliar tudo. Hoje em dia, sinto que já faço tudo de forma mais “automática”. Ainda assim, continua a ser necessária muita organização e força de vontade para seguir este estilo de vida. No meu caso, trabalho a tempo inteiro e treino ao fim do dia. Termino o treino por volta das 20h30, janto e depois dedico-me a preparar as marmitas e o pequeno-almoço para o dia seguinte. Ao fim de semana, aproveito para descansar, passear, etc… Como costumo dizer, dá trabalho, sim, mas vale muito a pena!

 

Anúncios

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão /  Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão /  Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão /  Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão /  Alterar )

Connecting to %s